Nossa Roadtrip pelo Canadá (parte 4)

ELISABRENNERCanadá, RoadTrip2 Comments

Ainda contando sobre a pequena roadtrip que fizemos pelo Canadá, no final de dezembro de 2015 e início de 2016, vocês podem conferir as outras partes nesses links: parte 1parte 2 e parte 3.

Como eu contei na parte 3, estávamos em Vancouver para passar 4 dias. A cidade de Vancouver é muito linda e como o nosso tempo era meio corrido, cada dia foi muito planejado. Nesse post contarei para vocês sobre o nosso último dia do ano de 2015 e o nosso réveillon e sobre o nosso primeiro dia do ano de 2016.

  • Dia 3 (31/12/2015)

Acordamos bem cedo e seguimos em direção a Whistler, o trajeto litorâneo de 120km que liga as cidades de Vancouver e Whistler é muito lindo e é considerado um dos caminhos mais bonitos do mundo para se alcançar uma estação de esqui. A rodovia – que foi recentemente duplicada para os Jogos Olímpicos – corre resplandescente tendo de um lado o mar e do outro picos nevados, cachoeiras – que na ocasião tinham congelados, lagos – também congelados e milhares de árvores.

IMG_0131

IMG_0317

Essa cidade-resort surgiu em 1960, com o objetivo de sediar os Jogos Olímpicos de Inverno, 50 anos depois, em fevereiro de 2010, a vila de Whistler foi finalmente o palco das estrelas olímpicas que competiram nas modalidades alpinas (downhill e sallon), nórdicas (saltos e cross-country) e nos esportes radicais (bobsleigh e skeleton).

IMG_0133

IMG_0236

IMG_0558

Antes de irmos para a vila de Whistler, demos uma passada no parque olímpico, construído obviamente para as olimpíadas. Hoje é um chalé de inverno para quem quiser passar o dia. Foi lá que brincamos de tobogganing (escorregador na neve).

IMG_0318

IMG_0557

IMG_0319

Olha o flagra da preparação para sair usando tantas camadas de roupas

IMG_3153

Local aonde foi realizado as provas de Sky Jump

IMG_0352

BeFunky Collage

O Bruno e a minha irmã se divertiram bastante hahaha

A vila de Whistler é o principal resort de esqui e snowboard do Canadá durante todo o ano, não é pra menos, lá se encontra a maior área esquiável da América do Norte: são 200 pistas e uma vasta área de backcountry – esqui fora das pistas, para os mais aventureiros, além de 39 lifts – que são aquelas cadeirinhas abertas para subir a montanha.

IMG_0321.

Ao lado da montanha de Whistler, está a Blackcomb, e as duas são ligadas por um teleférico, o Peak-2-Peak, que possui 4,4 km de extensão e 3 recordes mundias (1. maior espaço sem apoio, de 3.024 km; 2. maior elevação de seu tipo em 436 metros acima do fundo do vale; 3. completo sistema de elevação contínuo mais longo no mundo). A viagem entre as duas montanhas proporciona uma vista panorâmica de 360 graus no ambiente alpino de Whistler-Blackcomb, com vista para os picos ao redor, as mudanças de habitats selvagens e vários animais (infelizmente no inverno não conseguimos ver nada).

IMG_0137

IMG_0154

IMG_0325

IMG_0322

IMG_0203

O vale entre as montanhas de Whistler e Blackcomb

O mais legal é que no topo das duas montanhas tem um chalé de inverno com restaurantes, banheiros e wifi.

IMG_0359

IMG_0372

IMG_0370

IMG_0369

IMG_0368

Eu não esquiei, primeiro porque eu sou super iniciante, segundo porque eu estava com a minha família e queria aproveitar o dia com elas, terceiro porque é alta temporada e os preços são muito salgados (só para subir na montanha e andar na gôndola são $49,95). Só o Bruno que fez snowboard (o que também é muito caro $94,95 só por uma tarde de acesso à montanha). Outros valores aqui.

IMG_0323

A cidade é super completa, com diversos hotéis, restaurantes e lojas de marca, mas é tudo muito caro. Jantamos antes de voltar para Vancouver no famoso Crêpe Montagne (4368 Main St, Whistler, BC V0N 1B4), um restaurante francês especializado em crepes e fondues, muito gostoso!

IMG_0329

IMG_0559

De volta a Vancouver, não tínhamos nenhum plano para a noite de réveillon, e como já tínhamos comido, fomos para o quarto para descansar até próximo da meia noite. A prefeitura de Vancouver organizou um evento de NYE – new year’s eve, 11 minutos de fogos de artifício, que ocorreu na baía próximo ao Canada Place. O evento foi enorme, então nós saímos bem tarde – 30 minutos antes da meia noite, e conseguimos estacionar em um lugar para apenas ver os fogos e voltar para o hotel.

IMG_0242

Esperando pela meia noite dentro do carro

IMG_0248

IMG_0273

  • Dia 4 (01/01/2016)

Acordamos bem tarde no primeiro dia do ano, estávamos muito cansados. Depois do café da manhã, fomos conhecer a Capilano Suspension Bridge (3735, Capilano Rd, North Vancouver, BC V7R 4J1) que fica em um santuário ecológico em North Vancouver. A ponte tem 137 metros de comprimento, balança que é uma beleza e está a 70 metros do Rio Capilano, bem próxima de um cânion.

IMG_3176

IMG_3185

A ponte foi construída em 1888 pelo engenheiro civil escocês George Grant Mackay, originalmente a ponte era de cordas, sendo substituída por aço apenas em 1903. Capilano é um nome indígena que significa ‘rio bonito’.

IMG_3192

IMG_3193

IMG_3198

Além da ponte, o parque oferece outros atrativos, como um mini museu que conta a história nativa, vários tótens indígenas, uma lojinha e uma cafeteria (tudo muito caro, $34 só para entrar).

IMG_3171

IMG_3172

IMG_3181

Do outro lado da ponte, existe uma espécie de arvorismo, chamado de treetops adventure (são sete pontes entre as gigantescas douglas-fir – árvores de mais de 250 anos), achei muito divertido, é como ver as árvores e a floresta na visão de um esquilo.

IMG_3203

IMG_3211

IMG_3235

IMG_3220

IMG_3241

IMG_3244

IMG_3249

De volta à cidade, fomos passear na Robson Street, a rua mais visitada pelos turistas. Lá existem várias lojas de marca, lojas de souvenir, farmácias, restaurantes, bares, boates e claro, muitos turistas – de todas as nacionalidades.

IMG_0013

Terminamos o nosso dia jantando no Red Robin Burger, o lugar é super famoso, já li em vários lugares sobre a qualidade do hambúrguer deles – ah e a batata frita deles vem em refil, e eles também tem a opção de batata-doce frita. Como eu não como carne há algum tempo, eu pedi o hambúrguer vegetariano deles – o Garden Burger, e eu não gostei, já comi outros bem melhores. Mas achei legal que eles têm vários legumes cozidos no vapor para substituir as batatas fritas, alguns são refil também – eu comi o brócolis, e brócolis não tem como ser ruim, não é mesmo?!

Mas todo mundo gostou, dica do Bruno é o hambúrguer (de carne ou de frango) com o molho Whiskey River BBQ. Ah outra coisa legal é que eles também têm um allergen menu, para quem tem algumas alergias alimentares.

Voltamos para o hotel para dormir cedo, porque no dia seguinte voltaríamos para a rodovia para irmos conhecer a cidade de Banff (fiquem ligados no próximo post!).

Compartilhe!
0
YOU MAY ALSO LIKE...

2 Comments on “Nossa Roadtrip pelo Canadá (parte 4)”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *