Nossa viagem à Grécia – Alimentação Vegetariana

ELISABRENNERViagemLeave a Comment

Quem tem acompanhado o blog leu os 10 posts que escrevi sobre a nossa viagem a Grécia em Outubro de 2018 – Se você ainda não leu, não deixe de ler – eu contei o dia-a-dia da nossa viagem e ainda dei várias dicas super válidas para quem está planejando viajar para a Grécia.

Comentei nesse post aqui que escreveria um post sobre a nossa alimentação durante a viagem. Há algum tempo atrás, contei como é ser vegetariano no Canadá e como foi nosso trajeto rumo ao vegetarianismo, e durante a viagem não poderia ser diferente.

Eu não estava nem um pouco preocupada por que sei que a alimentação grega no geral é bem saudável e é inspirada na dieta mediterrânea e eu não me decepcionei.

Eu tinha anotado o nome de vários restaurantes famosos para conhecer, como o Mamalouka em Mykonos, mas quando chegamos lá, tínhamos tantas outras opções de restaurantes que eu nem olhei para a minha lista.

Como fomos em vários restaurants locais, eu também não anotei o nome de quase nenhum, por isso, infelizmente,  não tenho nenhuma super dica de restaurante para vocês.

Um dos restaurantes que fomos em Santorini

Nós comemos super bem em todas as refeições. Tomamos o nosso café da manhã no hotel e a nossa orgia gastronomica começava ali – contei um pouquinho dos hotéis que ficamos em Santorini e Mykonos em outros posts.

Café da manhã do hotel de Mykonos

O café da manhã nos hotéis era do estilo europeu continental mas com um toque grego: muitos pães tradicionais, tortas, iogurte grego e muito mel.

Falando em iogurte, eu estava doida para provar o iogurte grego raíz e olha… acho que nunca mais conseguirei comer os iogurtes gregos de supermercado – eles não chegam nem aos pés do original.

Para o almoço e jantar, parávamos aonde dava na telha e todos os restaurantes que fomos foram maravilhosos. O cardápio era mais ou menos parecido.

De entrada sempre comíamos queijo tipo saganaki (queijo empanado e frito super tradicional na Grécia) ou hallomi (queijo branco grelhado), ou uma salada grega (tomate, pepino, cebola roxa e azeitona). Dependendo da nossa fome, pediamos uma porção de pita (pão local) e tzatziki (molho tradicional de iogurte, alho e azeite).

Queijo saganaki

O problema era o prato principal – já que a maioria dos pratos inclui uma carne, ou peixe, ou frango. Então acabávamos pedindo vários pratos de entrada, ou somente legumes grelhados, que geralmente incluía beringela, abobrinha, pimetão e tomate.

Legumes grelhados com hallomi e pães

Depois de uma semana comendo a comida tradicional grega, acabamos enjoando e começamos a pedir pratos mais comuns – comemos sanduíches no pão pita, pizza, macarrão e risotto – e também gostamos muito do sabor.

Os pratos geralmente são enormes, então se assim como eu, você não consegue comer muito, peça pratos para dividir.

Sanduíche no pão pita e hallomi

Lembro do nome de apenas dois restauntes que fomos, como o Yiasemi  em Atenas. Pedimos spanakopita, uma torta de espinafre e queijo feta.

Torta de espinafre e feta do Yassemi

Paramos nesse restaurante no caminho para a Acrópoles e eu amei – o restaurante fica numa ladeira e quase não tem mesas, as pessoas sentam em almofadas nas escadas e usam pequenas bandejas como mesas. O local é super diferente e tradicional e vale a visita.

Também lembro do restaurante Blue Myth que fomos em Mykonos que fica localizado em frente ao nosso hotel – é um restaurante mais chique, e por isso mais caro – no dia em que fomos, estava tendo uma festa tradicional grega com danças típicas da região de Mykonos – infelizmente eu não levei meu celular essa noite e não tenho nenhuma foto para mostrar para vocês.

A comida do restaurante é boa, mas eu achei bem cara quando comparado aos outros lugares que fomos.

Em relação a bebida, sempre tínhamos uma taça de vinho da casa nos acompanhando em todas as refeições – eu achei os vinhos gregos bem baratos (média de $6.00 euros por 500 ml de vinho).

Dica: se forem beber os “vinhos da casa” peçam vinho branco, o vinho tinto  barato da Grécia é muito amargo e estranho – eu não gostei.

Bebemos alguns tipos de cerveja local, como a Mythos e a Alfa. As duas cervejas são muito boas e bem famosas por lá.

Não somos muito de pedir sobremesa, mas vimos vários quiosques e lojas de sorvete artesanal e tivemos que provar pelo menos uma vez o sorvete grego – e ele é maravilhoso.

Encontramos por acaso a Hans & Gretel, uma loja de doces em Atenas e eu fiquei encantada com o lugar! A loja parece que saiu de um conto de fadas do João e Maria.

Eu fiquei muito encantada com essa loja

Tirei algumas fotos mas não tive coragem de esperar na fila para comprar nada – acabamos comprando uma casquinha de sorvete de uma outra loja ali perto.

Em relação à água, não percebemos o costume do resto da Europa e do Canadá de trazer água da torneira de graça para os fregueses – expliquei nesse post aqui sobre o problema em relção a água potável nas ilhas gregas – então a água dos restaurantes é engarrafada e paga.

Tive que tirar foto do rótulo dessa água – fingi que entendi tudo e tomei mesmo assim

Nos hotéis, a água da torneira é potável somente no continente – não tome água da torneira nas ilhas, já que esta é salobra.

Em relação ao preço, nós não gastamos muito com comida – mas isso porque sempre dividiamos nossos pratos e não comemos carne. Gastamos em média $30.00 euros por refeição (incluindo gorjeta).

No geral achei a comida na Grécia muito boa e já estou sentindo falta de algumas coisas.

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